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Dicas para uma melhor foto
mai 27th, 2010 by cleber

macro11) Enquadramento

Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.

Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.

2) Flash desnecessário

Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.

Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.

Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.

3) Flash necessário

Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.

Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

4) Cuidado com o fundo

Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.

Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.

5) Retratos

Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.

6) Olhe nos olhos

Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.

7) Fotos verticais

Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.

8) Aproveite a luz

Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.

A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.

É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3×4? Eis a resposta.

9) Cor

A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.

A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.

Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.

10) Experimente

Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis.

A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser

Materia retirada do portal terra

A macrofotografia
mai 19th, 2010 by cleber

macrofotoA macrofotografia é a fotografia de pequenos seres e objectos ou detalhes que normalmente passam despercebidos no nosso dia-a-dia;são fotografados em seu tamanho natural ou levemente aumentados através de aproximação da câmera ou fazendo uso de acessórios destinados a este tipo de fotografia; as macrofotografias são exibidas em tamanho bastante ampliado para maior impacto visual. O campo da macrofotografia está delimitado pela captura de imagens em escala natural ou aumentada em até cerca de dez vezes seu tamanho natural (entre 1:1 e 10:1 de ampliação), mas uma definição precisa está cada vez mais difícil, uma vez que as muitas câmeras digitais usam sensores diminutos. Por outro lado, muitas fotos são obtidas à distância, com o uso de teleobjetivas para captura da imagem, e nem por isso a foto capturada deixa de ser uma macrofotografia

 

Para os amantes do assunto vou deixar um link muito bom sobre dicas de macrofotografia dicas

A que ponto chega um pessoa com tempo de sobra!!!!
mai 19th, 2010 by cleber

Um japonês com muito tempo e criatividade colocou uma câmera digital dentro da clássica  Leica cópia Zorki-1 (Zoruki) e ao meu ver ficou um Frankenstein ate que bonitinho. Para ver a matéria completa clique aqui

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Técnica, Magia & Afins: Um Encontro com Marcus e Arlete Lista
fev 17th, 2009 by meira

Com o domínio do fogo, os homens passaram a iluminar as cavernas, a espantar os animais que o ameaçavam, a se aquecer do frio, a assar os alimentos etc. Como consequencia, a vida em comunidade tornou-se mais complexa e a própria anatomia humana foi modificada – linguagem, dentes, aparelho digestivo… Dando asas à imaginação, podemos até reconstituir a vida naquele tempo longínquo: homens voltando da caça, acendendo a fogueira e discutindo as dificuldades que tiveram para matar esse ou aquele animal. É possível, também, que reinasse o silêncio. Pois o fascínio pelo fogo era misturado ao medo, ao respeito aos deuses. Abstrações ou não, pouco importa. Enquanto a chama ardesse, certamente os homens estariam reunidos.

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A fotografia mais cara do mundo
fev 11th, 2009 by cleber

 

Um recorde na venda de uma fotografia foi batido em Nova Iorque, no leilão Sotheby’s. A fotografia “The Pond-Moonlight”, tirada em 1904 em Long Island por um dos grandes nomes da fotografia americana do ínicio do século XX, Edward Steichen, foi vendida, cem anos depois, por quase 2,5 milhões de euros.
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Eduard Jean Steichen nasceu no Luxemburgo, mas os seus pais emigraram para os Estados Unidos tinha ele apenas dois anos de idade. O pai foi trabalhar para as minas enquanto a mãe fazia chapéus.
Na escola, o pequeno Edward deu tanto nas vistas com os seus primeiros desenhos que a mãe decidiu que ele deveria ser artista. Aos 15 anos deixou a escola e foi trabalhar como aprendiz de litografia. Nos seus tempos livres continuou a desenhar, pintar e a fotografar retratos.

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Imagens, Palavras & Arte
fev 11th, 2009 by meira

“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”. Eis a forte epígrafe do livro “Ensaio Sobre a Cegueira”, de José Saramago. Lembrei-me dela tão-logo terminei de apreciar o maravilhoso trabalho “Olhares: Nosso Jeito de Ver o Mundo”, de Waldete Cestari e Eva Gomes de Oliveira – a primeira, fotógrafa do SI; a segunda, poetisa jauense de alma e coração. Ambas, certamente, conhecidas pelos freqüentadores do site. Embora a citação tenha povoado a minha mente, não me sentia satisfeito; permanecia inquieto. Faltava algo na frase que pudesse contemplar plenamente o trabalho das referidas artistas. Mas o quê? Não fiquei, porém, matutando sobre o tema. Passados alguns dias, voltei ao “Olhares”. E, mais uma vez, a conclusão foi a mesma: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”. Caso ficasse apenas nessas palavras limitar-me-ia às imagens produzidas pela Waldete. Logo, havia um problema: onde se encaixariam as belas palavras de Eva? Fechei os olhos. E não li palavras, mas imagens. Abri os olhos. E não vi imagens, mas palavras. Nesse momento, notei que a frase de Saramago estava inconclusa. E, sem demora, arrematei: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara e escreve.” Escrever era o verbo que faltava. Imagens. Palavras. Arte. Há muito que virou um chavão afirmar que uma imagem vale por mil palavras. As emoções, é verdade, nos fazem silenciar. Mesmo assim, diante de uma bela imagem é praticamente impossível não emitirmos nenhum som, nem que seja um gutural “ooh!”. Ora, vivemos numa sociedade em que as imagens e as palavras nos cercam diariamente. E uni-las numa cadência poética foi o que Waldete e Eva fizeram magistralmente. Dessa fusão, nasceu um trabalho inequívoco de que a arte fotográfica não é uma ilha. Mas está harmoniosamente imbricada com a música, com as palavras, com a dança e com as imagens em si mesmas numa cadeia ad infinitum. Parece até que “Olhares” é um divisor de águas: a partir de sua visualização, não mais será possível pensar a fotografia fragmentada e isolada das palavras. Nessa visão holística, o universo se funde e se confunde com o próprio homem (quiçá com Deus!). E o bailar da vida se torna plenamente plausível. Através do olhar de Waldete… Através das palavras de Eva… Podemos reparar e (por que não?) escrever. Basta apenas clicar no link abaixo. 

 

 
http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1432491

Fotografia e Religiosidade: Uma Conversa com Francisco Menezes.
fev 9th, 2009 by meira

 

    Futebol. Política. Religião. Diz a sabedoria popular que são assuntos que não se discute. E com razão. Quando esse jargão não é levado em conta, o debate torna-se tenso e os interlocutores dificilmente chegam a um bom termo. Qual o melhor time de futebol? Qual o político que se apresenta mais comprometido com o Brasil? Qual o dogma religioso capaz de redimir os homens de seus pecados? Desse emaranhado existencial emerge um axioma: não existe verdade absoluta. Logo, ninguém pode impor a outrem aquilo que julga ser o ideal. Todo esse arrazoado é apenas para apresentar (e não para justificar) a conversa realizada com Francisco Menezes, fotógrafo do SI.

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Para Além da Fotografia: Um Dedo de Prosa com Luiz Carlos Nardy
jan 14th, 2009 by meira

 

 

    Não faz muito tempo, recebi um e-mail do Cleber Rezende convidando-me para ajudá-lo a postar notas e artigos sobre fotografia no Blog do Super Imagens. Embora esteja longe de ter conhecimentos técnicos suficientes para escrever sobre o assunto, e sem saber se terei fôlego para tanto, aceitei o desafio. E, logo, logo, uma idéia passou a martelar minha cabeça: estrear com um bate-papo com o Luiz Carlos Nardy, cujo nome dispensa maiores apresentações. Para minha surpresa e felicidade, o “Mestre” aceitou generosamente o convite e o resultado foi essa “belíssima foto”, quero dizer, esse agradável dedo de prosa. Espero que gostem!

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Ajuste de imagens on-line
jan 12th, 2009 by cleber

Fantástica a tecnologia que a cada dia fica mais acessivel, desta vez resolveram fazer um photoshop (parecido) totalmente on-line que trabalha com uma velocidade de dar inveja a qualquer software desktop, andei fuçando em algumas fotos e fazendo alguns teste. Pode se fazer muitos ajustes em imagens em qualquer computador conectado a internet, uma mão na roda para uma viagem onde se queira dar uma trabalhada nas imagens para alguma finalidade.
O pessoal do site. http://www.pixlr.com/app/

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Nova Nikon D3x
dez 23rd, 2008 by cleber

Sensor Full Frame CMOS FX de 24.5 Megapixels, resolução inteira a 5 FPS, iSO de 100 a 1600 (expansí­vel de 50 a 6400), formatos de imagem TIFF, JPEG e RAW e um novo sistema de processamento de imagem EXPEED.

A Nikon D3X é esperada nas lojas durante este mês e o preço rondará os 8000 dollars (não existe preço ainda em Reais).

 

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